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Presidente do FNPJ, Edson Spenthof
Por Mirna Tonus
O presidente do FNPJ (Fórum Nacional de Professores de Jornalismo), Edson Spenthof, em ofício ao ministro da Educação Fernando Haddad, indicou, no dia 25 de novembro, os professores Sandra de Fátima Batista de Deus, da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e Alfredo Eurico Vizeu Pereira Júnior, da UFPE (Universidade Federal de Pernambuco) à comissão que apresentará propostas de diretrizes curriculares dos cursos de Jornalismo ao Conselho Nacional de Educação, coordenada pelo professor José Marques de Melo, a quem foi enviada uma cópia do ofício.
A escolha dos nomes se deu pela identificação dos professores com as posições do FNPJ, e também das entidades com as quais mantém parceria no campo do Jornalismo: a SBPJor e a FENAJ, sem, no entanto, haver uma ligação institucional, como explica Spenthof. “A opção de os nomes serem suprainstitucionais não é nossa. Aceitamos esse critério do MEC como forma de contribuir com o debate, mas não poderíamos indicar nomes distantes das nossas concepções, com os quais não possamos dialogar, pois queremos ser interlocutores neste processo, como dissemos diretamente ao ministro Haddad, a quem adiantamos brevemente algumas das nossas preocupações institucionais”, ressalta.
No ofício, Spenthof justificou a indicação destacando que os professores atendem o perfil apresentado pelo ministro, pois ambos possuem vasto conhecimento e experiência no exercício do jornalismo e na docência, além do necessário acúmulo teórico sobre o assunto. “Após reunião com o professor José Marques de Melo, reunimos a diretoria executiva, que aprovou as indicações”, complementa.
O presidente do FNPJ colocou a entidade à disposição para o diálogo e para o debate de propostas, reforçando que o Fórum se propõe a ser interlocutor da Comissão, do Ministério e do Conselho Nacional da Educação nas discussões que tenham por objetivo o aperfeiçoamento dos cursos de jornalismo, a partir, inclusive, do seu acúmulo histórico de reflexões sobre o assunto.
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Universidade Metodista de São Paulo - Umesp
Por Tattiana Teixeira
Pesquisadores do Brasil, da Espanha e de Portugal estão entre os participantes das 13 comunicações coordenadas aprovadas para o 6o. Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, realizado pela Associação Brasileira de Pesquisadores de Jornalismo – SBPJor – e pelo PósCom da Universidade Metodista. A expectativa é que o evento bata recordes. O primeiro sinal disto foi o número de trabalhos aprovados: além das 13 mesas, serão apresentadas 84 comunicações individuais. Foram aprovados 152 papers, de 191 autores (em autoria e co-autoria). Para possibilitar que o maior número de pessoas participe do encontro, a Diretoria da SBPJor decidiu prorrogar até 15 de novembro o prazo para inscrições com descontos. O evento nacional acontece entre os dias 19 e 21 de novembro, em São Bernardo, no campus da Metodista.
A conferência de abertura será proferida por Silvio Waisbord, professor na School of Media and Public Affairs da George Washington University. O pesquisador é autor do livro Watchdog Journalism in South America e de artigos que tratam de jornalismo e sociedade civil. Em entrevista exclusiva ao SBPJor Notícias, ele revelou o que espera encontrar no país. “Minha expectativa é participar do encontro para me familiarizar com o trabalho de colegas no Brasil e conversar sobre possibilidades de colaboração futura. O Brasil tem uma tradição forte de investigação no jornalismo, distribuída em vários pontos do país e com interesses amplos”, disse.
Um dos responsáveis pela organização do encontro, José Salvador Faro destaca que a realização do evento na Grande São Paulo deve atrair um número maior de participantes, já que há uma efetiva facilidade de acesso. “Além disso, a infraestrutura que o Póscom está disponibilizando aos congressistas certamente estimulará a presença dos interessados. Acreditamos que o público pode esperar da organização local excelentes condições de acomodação e de vivência das atividades programadas para novembro”, complementa.
Para saber mais sobre o encontro nacional e fazer sua inscrição, clique em http://www.sbpjor.org.br/6sbpjor/index.php?sbpjor=home .
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Diretora Científica da SBPJor, Márcia Benetti
A diretora científica da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor),professora Dra. Márcia Benetti, divulgou nesta quarta-feira, 22, os nomes do ganhadores do Prêmio Adelmo Genro Filho de pesquisa em Jornalismo.
O prêmio se tornou referência da qualidade da pesquisa em jornalismo realizada no país, valoriza o pesquisador e promove a qualificação e o crescimento da pesquisa. Essa iniciatiava da SBPJor promove, a cada ano, a consolidação do campo do jornalismo como ciência, pois atesta a qualidade e quantidade dos trabalhos produzidos.
O prêmio Adelmo Genro Filho será entregue no dia 21 de novembro, durante o 6º Encontro Nacional de Pesquisadores em Jornalismo, em São Paulo, na Universidade Metodista.
Confira a relação dos ganhadores de 2008:
INICIAÇÃO CIENTÍFICA:
- Primeiro lugar: Gabriela Jardim Rocha (PUC-Minas), “Mediações sociais no jornalismo colaborativo” – orientadora: Geane Alzamora
- Menção honrosa: Mariana de Almeida Costa (UFF), “Jornalistas e marginalidade social” – orientadora: Sylvia Moretzsohn
MESTRADO:
- Primeiro lugar: Marcelo Ruschel Träsel (UFRGS), “A pluralização no webjornalismo participativo” – orientador: Alex Primo
- Menção honrosa: Ana Paula Ferrari Lemos Barros (UnB), “Saúde, sociedade e imprensa” – orientadora: Dione Moura
DOUTORADO:
- Primeiro lugar: Suzana Barbosa (UFBA), “Jornalismo digital em base de dados” – orientador: Marcos Palacios
PESQUISADOR SÊNIOR:
- Marcos Palacios (UFBA)
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Campanha em favor da exigência do diploma de Jornalismo em Brasília
Do Boletim da Fenaj
O resultado da pesquisa FENAJ/Sensus foi bem recebido pelos presidentes do Fórum Nacional dos Professores de Jornalismo (FNPJ), Edson Spenthof, e da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), Carlos Franciscato. Eles consideram que os números mostram a percepção da sociedade sobre o papel dos jornalistas na garantia do direito à informação de qualidade. E acreditam que isto ajudará a sensibilizar os ministros do Superior Tribunal Federal no julgamento do recurso que questiona a exigência de diploma de nível superior em jornalismo para o exercício da profissão.
Para o presidente do FNPJ, Edson Spenthof, a pesquisa FENAJ/Sensus revela que a sociedade é muito mais sábia do que muitos detentores de poder. “Grande parcela da sociedade conhece as campanhas grosseiras promovidas pelos donos da mídia e seus interesses político-econômicos”, acredita. Por isso, segundo Spenthof, a sociedade “confere aos jornalistas a tarefa de mediação entre os interesses particulares e o interesse público na produção de informação de qualidade”.
Spenthof mostrou-se satisfeito com o resultado da pesquisa. E se diz otimista quanto ao julgamento do STF sobre o recurso que questiona a constitucionalidade da exigência do diploma para o exercício do jornalismo. “Acredito no bom senso dos ministros em não julgarem contra os interesses da sociedade, pois a luta em defesa do diploma vai além do interesse de uma corporação. A sociedade sairá vitoriosa”, proclama.
Carlos Franciscato, presidente da Sociedade Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), também mostrou-se satisfeito com o resultado da pesquisa. Para ele o apoio popular ao requisito do diploma para o exercício da profissão mostra a preocupação da sociedade em ter acesso à informação da qualidade. “E isto reafirma a necessidade de qualficarmos cada vez mais a formação acadêmica”, diz. Para Franciscato é natural a expectativa e ansiedade dos jornalistas e da sociedade com relação ao julgamento do recurso no STF. “A decisão da corte maior se dará sobre a constitucionalidade da exigência do diploma e terá força normativa”, destaca.
Ele lembra que o requisito de diploma de graduação para o exercício do jornalismo não conflita com o direito da sociedade à comunicação e liberdade de expressão. “Ao contrário, fortalece esse direito, pois o jornalista instrumentaliza a sociedade com informações”, defende. Para ele é um equívoco supor que a eliminação da exigência do diploma colaborará para qualificar o jornalismo. “Leigos melhorariam a qualidade da educação e da saúde?”, questiona.
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Assembléia de criação da Socicom em Natal (RN)
Representantes de 10 entidades da área de comunicação reunidos em Natal (RN) criaram, nesta terça-feira, 2 de setembro, a Federação das Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação – SOCICOM. A assembléia teve a participação da Intercom, representada pelo seu presidente professor Dr. José Marques de Melo; do Fórum Nacional de Professores de Jornalismo (FNPJ), represendada pelo Diretor de Relações Institucionais, professor Dr. Gerson Luiz Martins; Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), representada pelo professor Dr. Elias Machado; Ulepic, representada pelo professor Cesar Bolaño; Compós, representada pela vice-presidente, professor Dra. Ana Silvia Médola; Abracorp, representada pela sua presidente, professora Dra. Margarida Kunsch; ABCiber, representada pelo presidente, Eugenio Trivinho; Rede Alcar, representada pela professora Dra. Marialva Barbosa; Folkcom, representada pela presidente, professora Dra. Betania Maciel e Associação Brasileira de Jornalismo Científico, representada pelo professor Dr. Adolpho Queiroz.
A assembléia aprovou o Estatuto de fundação da entidade e elegeu a primeira diretoria, composta pelos professores José Marques de Melo, presidente; Ana Sílvia Médola, vice-presidente; Margarida Kunsch, diretora de relações internacionais; Elias Machado, diretor de relações nacionais e Rosa Pires, diretora administrativa.
A assembléia ainda definiu que o Conselho Deliberativo da Socicom será composto por um representante de cada entidade filiada, com direito a um suplente. As entidades têm até o dia 30 de setembro para indicar os representantes.
A nova diretoria da SOCICOM terá o prazo de 90 dias para a regularização jurídica com registro da Ata de fundação e composição da primeira diretoria.
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Cartaz campanha da Fenaj
Do Boletim da Fenaj
Entidades do campo do Jornalismo interagem com a FENAJ e os Sindicatos de Jornalistas para fortalecer a campanha em defesa do diploma. A ABI – Associação Brasileira de Imprensa – se dispôs a ampliar o movimento. O FNPJ – Fórum Nacional de Professores de Jornalismo encaminhou documento aos ministros do Supremo Tribunal Federal. E a SBPJor – Sociedade Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo – prepara um pronunciamento público para os próximos dias.
No início desta semana, em reunião com representantes da FENAJ, da Comissão Nacional de Ética e do Sindicato do Município do Rio, o presidente da ABI, Maurício Azêdo, juntamente com o conselheiro Osvaldo Maneski, reafirmou o apoio da entidade à campanha em defesa da obrigatoriedade e qualidade da formação universitária para os jornalistas. Comunicou, também, que a entidade buscará contribuir para a atualização da regulamentação profissional. E confirmou, ainda, a participação da ABI no 33º Congresso Nacional dos Jornalistas, que ocorre de 20 a 24 de agosto, em São Paulo.
O presidente do FNPJ, Edson Spenthof, anunciou o encaminhamento de carta aberta da entidade em defesa do diploma ao STF. “Como profissional, o jornalista é um produtor de conhecimentos específicos sobre a dinâmica viva e imediata da realidade social e um mediador dos conhecimentos e opiniões que disputam o acesso à esfera pública social. É a melhor ferramenta de equilíbrio das diversas correntes de opinião em disputa por visibilidade pública”, sustenta o documento. O FNPJ também ampliará os esforços para o engajamento dos professores e cursos de comunicação/jornalismo na campanha antes mesmo do retorno às aulas do segundo semestre de 2008.
Além de assinar o Manifesto à Nação lançado pela FENAJ, a diretoria e conselhos da SBPJor já decidiram posicionar-se publicamente em defesa da manutenção do diploma de nível superior em Jornalismo para o exercício da profissão. Carlos Franciscato, presidente da entidade, informa que a redação final do documento será disponibilizada publicamente nos próximos dias.
Gerson Luiz Martins
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